sexta-feira, 9 de março de 2007




Terminou!

Esperei uns dias entes de escrever.
Decidi arrefecer a cabeça, ouvir opiniões e ler artigos antes de apresentar aqui as conclusões para este desfecho.

Primeiro quero ressalvar que não esperava esta réplica por parte da equipe do Porto, principalmente depois de ver o alinhamento inicial. Tenho que admitir.
A verdade é que ao intervalo, eu acreditava que era possivel. Que era tudo realidade e não um sonho.

Razões para tal não ser possivel podem ser várias.
Mesmo jogando na segunda parte como tinhamos feito na primeira, não era garantia de sucesso.
Seria preciso continuar com a mesma fibra até ao fim e ter aquela pontinha de sorte.
Infelizmente a sorte não quis nada conosco.
E falo de azar porque um "frango" neste caso foi sinónimo de azar e não de incompetência.
A verdade é que a estabilidade emocional que vinha do intervalo perdeu-se aí.
Creio que faltou mais atitude na construção de jogadas entre o 1º e o 2º golo do Chelsea.
Notas - (menos) para Raul Meireles e Lisandro. O primeiro a falhar muitos passes e por vezes com um mau posicionamento defensivo, o segundo a ausentar-se completamente na segunda parte.

Depois do 2º golo do Chelsea faltaram pernas. Literalmente.
E isto não se compreende.
Ou por outra se calhar compreende-se mas não é aceitável.
Nitidamente os jogadores não tem preparação fisica suficiente para aguentar um jogo a este ritmo. É no que dá este campeonato à portuguesa. E também por isso a equipe não conseguiu responder na parte final do jogo, não se compreendendo também porque não optaram por futebol mais directo, continuando a insistir em jogadas elaboradas pelo meio campo quando este já não tinha pernas.

Assim fica um pequeno amargo de boca por saber que até era possivel.
Mas não ficarei a lamentar-me com as tradicionais vitórias morais e com os tradicionais "ses". Isso é para os fracos.

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